Dedetização ou Desinsetização: qual é o termo correto?

Saiba a diferença entre os dois termos e insira já o termo desinsetização no seu vocabulário

Você sabia que, embora seja amplamente divulgado, o termo dedetização já caiu em desuso?

Atualmente, o nome correto para designar o processo do controle de pragas urbanas é desinsetização.

As duas nomenclaturas fazem confusão, uma vez que o termo dedetização se tornou popular. Já o termo desinsetização, mesmo sendo o correto, é pouco conhecido.

Mas por que tanta gente ainda usa a nomenclatura errada?

Origem do termo Dedetização (e porque você deve começar a usar Desinsetização agora mesmo)  

O termo dedetização vem de DDT (diclorodifeniltricloroetano), um dos inseticidas mais conhecidos de todos os tempos, que foi muito utilizado durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1948, o químico suíço Paul Hermann Müller recebeu o Prêmio Nobel de Medicina por descobrir a eficácia desse composto no combate de mosquitos causadores de doenças como a Malária.

O DDT é um químico barato e eficiente no curto prazo. Porém, após décadas de uso descobriu-se o quanto era prejudicial para o meio ambiente e para o ser humano.

Sendo assim, o inseticida passou a ser proibido em diversos países a partir da década de 1970.

No Brasil, o DDT passou a ter sua fabricação, importação, exportação, manutenção em estoque, comercialização e uso proibidos por um decreto de lei em 2009.

Com a descontinuidade do composto, o termo dedetização deixou de fazer sentido, sendo substituído por termos como desinsetização ou desinfestação.

A mudança não ficou apenas na nomenclatura. A forma como as infestações são controladas também passou por transformações.

Saiba como é o tratamento feito pela Biológica  

Em seus 31 anos de atuação no mercado, a Biológica comprometeu-se a controlar as pragas urbanas de uma maneira consciente e com soluções seguras tanto para o ser humano como para o meio ambiente.

O diferencial no tratamento usado pela Biológica em relação a outras empresas do ramo está primeiramente na escolha racional dos produtos a serem utilizados em cada situação.

Todo processo é minuciosamente calculado: na escolha do produto mais indicado para a praga alvo, em como e onde ele será aplicado, no estudo dos riscos relacionados aos habitantes do local.

O outro fator que merece destaque é a redução do uso do inseticida líquido, dando preferência ao uso de isca em gel quando se trata de baratas e formigas.

Esse procedimento é muito seguro e traz baixíssimo risco de intoxicação de pessoas e animais, pois, a forma de penetração do produto no organismo dos insetos se dá por ingestão e não por contato como acontece com o inseticida líquido.

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