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]]>Vive dentro ou ao redor de edificações, é um mosquito do peridomicílio, tanto a fêmea quanto os machos abrigam-se dentro das casas, em locais sombreados e na vegetação.
O macho, alimenta-se exclusivamente de matéria vegetal. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos, preferindo o sangue humano como fonte de proteína ao de qualquer outro vertebrado. Os ovos são depositados separadamente nas paredes internas de objetos úmidos, e eclodem assim que há o contato com a água
Em média, cada mosquito vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos durante a vida.
Tem atividade preferencialmente diurna, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Mas ele também pode picar à noite? Sim!
Por ser um mosquito que vive perto do homem, sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional, principalmente em áreas de cidades com ocupação desordenada, onde as fêmeas têm mais oportunidades para alimentação e mais criadouros para desovar, o que interfere na reprodução e no aumento de infestação, por isto é preciso adotar medidas permanentes para o controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de focos e de possíveis criadouros. Como o mosquito tem hábitos domésticos, essa ação depende sobretudo do empenho de toda a população, vistoriando e limpando calhas, caixas de ralos, pratos de vasos, recipientes que possam acumular água, providenciando a vedação criteriosa de caixas e outros reservatórios de água, tratando piscinas.
DOENÇAS CAUSADAS PELO AEDES AEGYPTI
O Aedes aegypti transmite a Dengue, a Chikungunya, a Zika e a Febre Amarela Urbana, doenças chamadas de arboviroses (transmitidas principalmente por mosquitos).
Febre alta, dores no corpo e articulações, dores atrás dos olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas avermelhadas pelo corpo, são sinais de alerta! Ao apresentar sintomas como os mencionados, procurar um serviço de saúde.
COMO ELIMINAR O AEDES AEGYPTI E SEUS CRIADOUROS?
A eliminação dos criadouros é uma das principais formas de controle do mosquito. O controle mecânico são ações cotidianas que podem interromper o ciclo de vida do mosquito. Esse cuidado é essencial porque os ovos do mosquito podem viver mais de um ano no ambiente seco. Mesmo no período mais frio, esses cuidados não podem ser dispensados, uma vez que estamos vivendo invernos cada vez mais atípicos, onde a temperatura global sofre ano a ano aumentos relevantes. Em 2024 até o momento, já são mais de 5 milhões de casos de dengue no Brasil, sendo este um número três vezes maior do que o registrado durante todo o ano de 2023. Seguem cuidados para um efetivo controle dos criadouros:
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]]>Diversas espécies de mosquitos possuem importância médica como Culex, Anopheles, Aedes aegypti, Haemagogus e Lutzomyia longipalpis.
A grande questão é que a solução para mosquitos reside em ações individuais e também coletivas. Mencionamos aqui o imprescindível Manejo Integrado para controle: atuando tanto em medidas preventivas e corretivas ambientais quanto em controle químico.
Sabendo-se que todo mosquito requer coleção de água para postura de ovos e desenvolvimento da larva, nos ambientes urbanizados, como medidas preventivas e corretivas estratégicas, por exemplo, devem ser adotadas rotinas de limpeza de calhas, vedação de reservatórios de água, tratamento de piscinas, enfim, eliminação de qualquer objeto que acumule água.
Evitar a picadura do mosquito por meio de telas nas janelas/ portas e do uso de repelentes ajuda a afastar a transmissão de doenças mas tem resultado paliativo já que não afeta o controle populacional.
Pensando em controle químico de mosquitos adultos, a desinsetização revela-se ainda como bom recurso a ser utilizado na solução para mosquitos. Para desinsetização, o ambiente edificado é tratado com pulverização de inseticida de efeito residual, externa e internamente. Empresas especializadas em controle de pragas possuem autorização de uso deste tipo de produto, são diferentes dos sprays que vendem no supermercado. Consulte um orçamento conosco.
Nebulização espacial (fumacê) resolve? A resposta é sim se realizado de forma sequencial. Por exemplo, em aplicações com frequência semanal por período de um mês. Desta forma, a população de voadores adultos circulantes diminui, reduzindo o potencial reprodutivo da espécie.
Em caso de epidemias de doenças veiculadas por mosquito, as agências de saúde governamentais operam desde o controle de criadouros larvários até executando o fumacê. Além disto, está sendo adotado no país a técnica do inseto estéril para controle de Aedes aegypt.
A solução para mosquitos deve ser entendida como um problema a ser resolvido por cada um antes que as doenças cheguem em nível epidêmico. Em primeiro lugar, cada cidadão adotando medidas preventivas/ corretivas ambientais na frequência semanal na casa ou na empresa, e em segundo lugar, a proteção dos ambientes edificados por meio das desinsetizações e nebulizações.
Conte com a experiência da Biológica Controle de Pragas Urbanas
Entre em contato, a Biológica atua há mais de 32 anos no mercado promove tratamentos eficazes e seguros. Toda nossa equipe de técnicos é capacitada pela APRAG e o serviço de desinsetização auditado e certificado conforme requisitos da norma ISO 9001:2015.
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]]>The post Baratas pequenas: por que amam as cozinhas? appeared first on Biológica Pragas.
]]>As baratas pequenas não formam colônias como as abelhas ou os cupins mas gostam de viver juntas no mesmo abrigo. Além disso, possuem hábito noturno, sendo difícil vê-las transitando durante o dia em busca de alimento.
As cozinhas possuem todas as condições para sobrevivência e reprodução das baratinhas, tais como:
A presença de baratas pequenas é indesejada em qualquer cozinha, visto que pode trazer prejuízos à saúde como as doenças gastrointestinais. Comprovadamente esses insetos são capazes de veicular em seu corpo microrganismos patogênicos como, por exemplo, Samonella, Shigella, coliformes fecais, ovos de parasitos, vírus e protozoários.
O controle desta espécie não costuma ser fácil justamente pela característica de abrigar-se em frestas muito pequenas e em locais inacessíveis como conduítes e motor de geladeira. E é por isto que você pode e deve contar com uma empresa especializada como a Biológica para resolver essa questão. A desinsetização engloba o desalojamento e morte das baratas pequenas por meio de equipamentos e produtos próprios. Faça um orçamento sem compromisso.
Você ajudará bastante no controle de baratas pequenas trabalhando na redução de alimento e do abrigo na sua cozinha:
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]]>The post Descupinização appeared first on Biológica Pragas.
]]>Existem muitas espécies de cupins e consequentemente diversas técnicas de descupinização.
Apesar de todos se alimentarem de celulose, têm comportamentos muito distintos e temos como nos proteger sim.Os cupins subterrâneos saem do ninho, em busca de alimento; deslocam-se por até centenas de metros, através do solo, de estruturas edificadas, utilizando-se de caminhos prontos, como conduítes elétricos, vãos existentes no concreto e outros, em busca de celulose, que trarão para o ninho, para alimentarem os indivíduos que não saem da colônia.
Os cupins de madeira seca costumam alimentar-se na estrutura de madeira onde está o ninho.
Para descupinização de edificação nova ou que está sendo reformada, acompanhamos o cronograma da obra, protegendo-a em diversas etapas, tratando conduítes, solo, caixilharia, vãos estruturais. Tem custo baixo e costuma ser bastante eficaz na prevenção de infestações.
Para proteção de uma edificação pronta, temos tratamentos químicos e tratamentos por iscas, com inibidores de crescimento, que eliminam os ninhos, sem toxicidade para outros animais e para os humanos.Os tratamentos com iscas, até o momento, são exclusivos para controle de cupins subterrâneos.
Quanto às madeiras, o ideal é que sejam protegidas antes da instalação, antes de serem pintadas ou envernizadas. Existem a venda madeiras tratadas, que têm garantia de proteção contra ataques de cupins e outros comedores de madeira por muitos anos.
Descupinizamos móveis prontos, madeiramento de telhado e outras estruturas de madeira, fazendo tratamento preventivo ou curativo.
Consulte-nos para maiores detalhes.
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]]>The post Conhecendo os cupins appeared first on Biológica Pragas.
]]>Existem aproximadamente 2500 espécies catalogadas. Fazem ninhos subterrâneos, dentro de estruturas de madeira, em árvores, em solo, dependendo da espécie; todos se alimentam de celulose.
Ocorrem em áreas tropicais e temperadas.
São insetos sociais verdadeiros,como as formigas e as abelhas, com divisão de trabalho bem estabelecida dentro da colônia.
A colônia é constituída por um casal real, operários, soldados e reprodutores e cada casta tem as suas funções bem definidas.São insetos sociais.
Os cupins subterrâneos caracterizam-se por formar seus ninhos sob o solo ou em estruturas ocas existentes nas edificações (principalmente caixões perdidos).
Caracterizam-se também por constituir colônias extremamente numerosas (milhões de indivíduos), de grande poder destrutivo e utilizar estruturas de alvenaria e conduítes como vias de deslocamento. Nas estruturas de alvenaria, estes insetos, geralmente procuram falhas estruturais para forragear em busca de madeira.
Vivem em simbiose com fungos que os auxiliam na digestão da celulose, por isso preferem viver e desenvolver seus ataques em locais em que exista umidade. Seu alimento básico é a celulose, que extraem principalmente de madeiras vivas ou mortas, papel/papelão e tecidos de origem vegetal.
Os reprodutores alados, saem dos ninhos em revoada, buscando locais para formação de novos ninhos, para dispersão e manutenção da espécie na natureza. São conhecidos como siriris ou aleluias.
O período reprodutivo destes grupos subterrâneos que tem o Coptotermes gestroi como representante importante, ocorre principalmente na segunda metade do inverno e primavera, quando saem dos ninhos maduros imensas revoadas de reprodutores jovens chamados popularmente de siriris ou aleluias. Estas revoadas ocorrem principalmente em finais de tardes, são atraídos por luzes, acasalam-se e vão formar novos ninhos; a grande maioria destes morrem neste processo.
Os cupins de madeira são assim chamados, por construírem seus ninhos dentro de estruturas de madeira; geralmente são ninhos pequenos, com centenas de indivíduos que revoam no verão. Uma espécie importante que representa o grupo é o Criptotermes brevis
Existem também grupos de cupins arborícolas; Nasutitermes é um grupo grande, com várias espécies, que fazem ninhos arborícolas e epígeos (ao nível do solo), são muito comuns próximo a áreas de matas e ocorrem em todo o litoral brasileiro.
Podem fazer ninhos internos, em áreas edificadas, em sótãos, vigas e vãos encontrados na estrutura.
Deslocam-se construindo tuneis, semelhantes aos dos cupins subterrâneos , em busca de celulose. Preferem madeira morta, no entanto, podem ser encontrados alimentando-se em árvores vivas.
Existem diversas técnicas de tratamento, preventivo e curativo, para as edificações e para as estruturas de madeira.
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]]>The post COVID-19: a Biológica e a sanitização de ambientes appeared first on Biológica Pragas.
]]>Frente à atual pandemia da COVID-19, um conjunto de medidas se faz necessário para frear a infecção pessoa a pessoa. O distanciamento social tem crucial importância nesta redução, porém, algumas situações requerem cuidados especiais como a descontaminação de locais que precisam continuar funcionando: prestadores de serviços essenciais, condomínios, indústrias, transportes e espaços públicos.
É neste sentido que a BIOLÓGICA (11) 3609-7390 / (11) 98359-0990 desenvolveu também o serviço de SANITIZAÇÃO de superfícies. Temos equipes qualificadas e equipamentos exclusivo para este fim.
Contem conosco para tratar locais como escritórios, farmácias, clínicas, lojas, mercados, restaurantes, cinemas, escolas, fábricas, estacionamentos, páreas externas, veículos, entre outros.
O novo coronavírus pode estar em superfícies do ambiente, fruto de aerossóis da tosse, espirro ou fala de pessoas contaminadas. Ele pode ficar viável fora do corpo humano desde algumas horas até vários dias, dependendo do tipo de superfície e da exposição ao calor e sol. Abaixo as condições de sobrevivência do vírus publicada no New England Journal of Medicine (21 a 23°C e umidade 40%):
Metal, cerâmica e vidro: 05 dias
Madeira: 04 dias
Aço inoxidável e plástico: 03 dias
Papelão: 24 horas
Moeda de cobre: 4 horas
Aerossol/ Poeiras: 40 minutos a 3 horas
Para fornecer o serviço de SANITIZAÇÃO, novos equipamentos foram adquiridos, não havendo possibilidade de contaminação cruzada com inseticidas. Utilizamos desinfetante viricida que atende a critérios de segurança para ambientes internos e externos e registrado junto ao Ministério da Saúde, não deixa resíduo químico após secagem.
• Faremos um levantamento da área a ser tratada, escolha de produto e locais de aplicação.
• Locais mais comuns de aplicação: paredes, portas, maçanetas, corrimãos, baias, divisórias, mesas, cadeiras, lixeiras, banheiros, etc.
• Utilizaremos pulverizadores elétricos com dispersão em micropartículas.
• Emitiremos certificado de execução com as informações de produtos utilizados e contendo as áreas tratadas.
• EPIs utilizados são: macacão impermeável, óculos, máscaras, luvas, botas e propés.
• Antes do tratamento: proteja papéis e aparelhos eletroeletrônicos (computadores, impressoras, monitores, roteadores, servidores) com um plástico ou tecido a fim de não os danificarem. Guarde os papéis dentro de armários ou gavetas.
• Recomendamos que alimentos fora de embalagem, bem como utensílios, brinquedos e roupas estejam protegidos; que pessoas e animais domésticos se ausentem do local por 04 horas, ventilando sempre.
• Comunicar a todos os envolvidos quais medidas devem ser tomadas, conforme nossa orientação acima.
• Recomendamos a desinfecção de computadores e eletroeletrônicos utilizando-se pano e álcool isopropílico.
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]]>The post Coronavírus: o culpado é o morcego? appeared first on Biológica Pragas.
]]>Foi comprovado que o morcego é reservatório natural de duas variações conhecidas do coronavírus.
O coronavirus que provocou epidemia mundial de SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) entre 2002 e 2003 tendo os primeiros casos na China com 8.000 infectados em vários países e 800 mortes, ou aquela que matou 858 pessoas tendo origem na Arábia Saudita em 2012 e que causou a chamada Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).
Embora os morcegos sejam reservatório natural de ambos os vírus SARS-CoV e MERS-CoV não foram transmitidos à espécie humana diretamente por eles, houve transmissão por meio de outro hospedeiro chamado de intermediário, no caso da SARS foi o gato selvagem (civet cat) e no da MERS foi o camelo.
E agora o novo coronavírus (2019-nCoV?) Existe grande probabilidade de que ele circule entre os morcegos, pois há uma semelhança genética de 88% com duas cepas de coronavírus SARS de morcegos, porém, isto está distante de afirmar que são ancestrais do novo coronavírus e que haja a transmissão direta de morcegos ao homem.
Circula nas redes sociais uma fake news de que sopa de morcego tenha disseminado o novo coronavírus 2019 entre os chineses, não há qualquer embasamento científico para tal.
A origem da epidemia na China foi identificada como sendo o mercado de animais vivos de Wuhan, com 08 primeiros casos tendo contato direto com o local.
A conclusão dos pesquisadores é de que o morcego novamente seja o reservatório natural e haja algum outro animal selvagem como hospedeiro intermediário. Ainda não se sabe qual.
Os chineses possuem culturalmente o hábito de comercializar várias espécies de animais silvestres para consumo alimentar, portanto, desde mamíferos aquáticos, répteis até mamíferos terrestres são suspeitos na transmissão do novo coronavírus.
Segundo o Guizhen Wu, do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças, os morcegos nesta época do ano nesta região estão hibernando e nenhum foi vendido ou encontrado no mercado de Wuhan.
A origem dos coronavírus está nos morcegos: então, devemos eliminá-los?
O ser humano não percebe que ultrapassou dos limites na invasão do meio ambiente natural. Não percebe a dimensão da destruição que já causou e continua causando no planeta e mais, nem tem noção dos impactos que gera para si próprio e para todos os seres que aqui habitam.
Trazer para perto patógenos que não chegariam ou não provocariam doença na espécie humana é uma das consequências do desmatamento, da invasão a ambientes selvagens ou captura de animais silvestres para estimação ou alimentação. Eliminar morcegos é ignorância sem precedentes, pois o papel ecológico que estes seres exercem é extremamente importante e por muitos desconhecido.
Polinização, fertilização, dispersão de sementes, controle de populações de insetos e pequenos animais são alguns dos benefícios que os morcegos automaticamente trazem ao saírem para se alimentar.
A grande maioria (1.300 espécies) são espécies insetívoras e frugívoras (comem insetos e frutas), somente três são hematófagas e não causam tantos prejuízos quanto os pecuaristas relatam.
Além disto, mais de dois terços dos vírus humanos têm origem nos animais, não só morcegos. Portanto, as novas viroses não deixariam de existir mesmo se eliminássemos todos os morcegos da face da Terra. Sempre haveria outros reservatórios naturais.
O foco para reduzir a chegada de novos vírus até a espécie humana deve ser outro: o da preservação dos ambientes naturais e das espécies que neles vivem, evitando interações forçadas como fazem os chineses ao caçarem ativamente mais de 100 espécies silvestres para alimentação e concentrando-os em um mercado de animais vivos e mortos. Isto é que não é natural.
Esther M. Benedicto
Médica veterinária
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]]>The post Dedetização ou Desinsetização: qual é o termo correto? appeared first on Biológica Pragas.
]]>Você sabia que, embora seja amplamente divulgado, o termo dedetização já caiu em desuso?
Atualmente, o nome correto para designar o processo do controle de pragas urbanas é desinsetização.
As duas nomenclaturas fazem confusão, uma vez que o termo dedetização se tornou popular. Já o termo desinsetização, mesmo sendo o correto, é pouco conhecido.
Mas por que tanta gente ainda usa a nomenclatura errada?
O termo dedetização vem de DDT (diclorodifeniltricloroetano), um dos inseticidas mais conhecidos de todos os tempos, que foi muito utilizado durante a Segunda Guerra Mundial.
Em 1948, o químico suíço Paul Hermann Müller recebeu o Prêmio Nobel de Medicina por descobrir a eficácia desse composto no combate de mosquitos causadores de doenças como a Malária.
O DDT é um químico barato e eficiente no curto prazo. Porém, após décadas de uso descobriu-se o quanto era prejudicial para o meio ambiente e para o ser humano.
Sendo assim, o inseticida passou a ser proibido em diversos países a partir da década de 1970.
No Brasil, o DDT passou a ter sua fabricação, importação, exportação, manutenção em estoque, comercialização e uso proibidos por um decreto de lei em 2009.
Com a descontinuidade do composto, o termo dedetização deixou de fazer sentido, sendo substituído por termos como desinsetização ou desinfestação.
A mudança não ficou apenas na nomenclatura. A forma como as infestações são controladas também passou por transformações.
Em seus 31 anos de atuação no mercado, a Biológica comprometeu-se a controlar as pragas urbanas de uma maneira consciente e com soluções seguras tanto para o ser humano como para o meio ambiente.
O diferencial no tratamento usado pela Biológica em relação a outras empresas do ramo está primeiramente na escolha racional dos produtos a serem utilizados em cada situação.
Todo processo é minuciosamente calculado: na escolha do produto mais indicado para a praga alvo, em como e onde ele será aplicado, no estudo dos riscos relacionados aos habitantes do local.
O outro fator que merece destaque é a redução do uso do inseticida líquido, dando preferência ao uso de isca em gel quando se trata de baratas e formigas.
Esse procedimento é muito seguro e traz baixíssimo risco de intoxicação de pessoas e animais, pois, a forma de penetração do produto no organismo dos insetos se dá por ingestão e não por contato como acontece com o inseticida líquido.
Para saber mais sobre como controlar as pragas urbanas, entre em contato conosco e converse com nosso corpo técnico para conhecer nossos métodos e soluções.
Fale conosco AQUI.
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]]>The post Escorpiões apresentam um aumento em áreas urbanas appeared first on Biológica Pragas.
]]>Algumas espécies de escorpiões viram-se deslocadas do ambiente natural de mata mas conseguiram se adaptar perfeitamente ao ambiente construído pelo homem pela abundância de abrigos ideais escuros, quentes e úmidos (bocas de lobo, rede de esgoto, córregos, construções precárias e acúmulos de todos os tipos), de alimento (abundância de baratas) e de quase nenhum predador natural.
Além do ambiente perfeito, outros fatores também contribuíram para o sucesso dos escorpiões na cidade:
1) Percebem mais rápido a presença de inseticidas, pois possuem muitos pelos de sensibilidade espalhados pelo corpo, insetos usam as antenas e os percebem mais tardiamente.
2) Além dos pelos, escorpiões possuem outra estrutura chamada de pente que é extremamente sensível aos estímulos do ambiente. Eles fogem rapidamente na presença de determinados inseticidas.
3) Possuem resistência genética a alguns produtos.
4) Espécies como Tityus serrulatus e Tityus stigmurus podem se reproduzir por partenogênese (fêmeas adultas podem se reproduzir sem a necessidade de acasalar com um macho) o que os torna altamente prolíficos e de fácil dispersão.
O período de maior ocorrência de acidentes é no verão, mais quente e úmido, que estimula a reprodução e atividade destes animais de hábito noturno. Podem entrar em sapatos e roupas durante a noite e provocar ferroadas quando pressionados no momento de vestir-se. Por isso, em locais com presença recomendamos vistoriar e sacudir tudo antes de usar.
Na área externa, mantenha tudo limpo, livre de materiais sem uso como restos de obra e madeiras. Estes objetos funcionam como abrigos muito parecidos com aqueles encontrados na natureza.
Sim, é possível controlar os escorpiões, porém, muito cuidado com a empresa que vai contratar pois se aplicado de forma incorreta, o inseticida provocará efeito irritante e desalojante. Em vez de controlar, poderá aumentar os riscos de dispersão e, mais grave, de acidentes, pois, o que estava só na área externa e rede de esgoto vêm parar dentro de casa. Não use inseticida doméstico para controle.
A Biológica está pronta para fornecer um tratamento eficaz e seguro, entre em contato para um orçamento.
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]]>The post Cupins podem comer concreto? appeared first on Biológica Pragas.
]]>Vivem em sociedade organizada em castas, cada qual com sua função definida.
Os principais tipos são os cupins de madeira seca, cujo ninho sempre está localizado na madeira morta, e os cupins subterrâneos, cujo ninho está instalado no solo ou em caixões perdidos de edificações

As pessoas temem mais a presença dos cupins subterrâneos do que os cupins de madeira seca e com razão, pois sua ação é muito mais agressiva, ou seja, consomem muito mais rápido as madeiras que atacam.
Às vezes só percebemos a infestação por cupim subterrâneo depois de ter danificado praticamente um armário ou um batente inteiro por trás do revestimento externo.
Mas esta agressividade também está relacionada a devorar tudo que encontra pelo caminho desde o ninho no subterrâneo até a madeira?

Cupins podem comer madeira viva, morta ou raízes de plantas, mas não comem concreto.
Cupins subterrâneos frequentemente se utilizam das falhas nas estruturas de concreto de prédios e casas como caminhos para alcançar o alimento, dando a impressão que fazem os buracos no mesmo.
Suas trilhas são túneis marrons e quando passam sobre paredes, vigas e colunas aparentam estar dominando e consumindo tudo que há pela frente.
A busca real é por madeira.
A situação pode requerer mais atenção quando, durante a construção da obra, deixou-se no porão ou no alicerce madeiras usadas como moldes para o concreto.
Há maior probabilidade de atrair os cupins subterrâneos para este local e, assim, expandir-se para andares mais altos.

Quando encontrar um foco, provavelmente os cupins já terão danificado alguma estrutura de madeira afixada na alvenaria ou estará diante de túneis marrons em cantos de colunas, vigas e rodapés ou próximos a aberturas de hidráulica ou elétrica nas paredes.
Controlar os cupins subterrâneos é altamente desafiador.
Saiba que o ninho não está ali no foco visível e que o tratamento só neste ponto dificilmente resolve o problema.
O desespero pode ser grande, mas não recomendamos a aplicação de inseticida sobre os insetos, isso prejudica o tratamento correto ao se perder a oportunidade de identificar a espécie de cupim em questão bem como ao se perder um ponto acessível para instalação de isca Sentricon que levará o ninho principal à morte.
Assim que detectar cupins, busque sempre consultar uma boa empresa especializada em controle de pragas urbanas que saiba identificar a espécie e dimensionar seu ataque.
A Biológica é uma empresa com mais de 30 anos no mercado, estamos preparados para lidar com cupins de maneira correta e assertiva.
Dispomos de tratamentos por barreira química convencional e também por Sistema de Iscagem Sentricon.
Conheça mais dos nossos serviços e saiba como podemos ajudar no controle de pragas urbanas.
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